Bom, eu inspirado em um amigo muito articulado, mas deveras mais extremista, resolvi fazer um blog pra mim também, confesso que não sei se isso vai ficar bom, o meu objetivo é por pra fora um bocado do que quero falar e além disso, num perder toda a “habilidade” (se é que ela existiu) que eu ganhei no terceiro ano fazendo pencas de redações, que está indo embora já no começo desses 5 anos de engenharia, em que minha minhas frases mais complexas tem 5 palavras. Não queria começar com algo muito polêmico e clichê. Mas não sei como fazer isso, de onde tirar idéias. Por isso vou começar justamente escrevendo sobre um assunto clichê e polêmico: a Pena de Morte...
Não existe nada mais legítimo que a pena de morte. Pra falar a verdade, é absurdo pensar que a pena de morte possa ser proibida. Nada, nenhuma força natural, nenhum ser superior, impede ninguém de matar outra pessoa. Então como podem as leis, impedir o estado, a força protetora da sociedade, de revidar, de fazer justiça?
Eu não vou discutir se: “aqui no Brasil isso não funcionaria por causa disso e daquilo”, que aqui só pé rapado ia morrer enquanto traficante e político corrupto ia continuar na boa. Essa é outra questão, o funcionamento ou não das leis e punições no Brasil. O problema da justiça aqui do Brasil, ta em carro de embaixada não ser multado, em político roubar milhões e não perder nem o cargo, em traficante fazer a lei na favela, matar e julgar pelo estado. No sistema como um todo, e não na aplicação de uma pena ou outra.
Primeiro existe a questão de penas educativas. Pense na seguinte situação, o sujeito já matou 12, vai ficar preso por 30 anos. O que é matar mais um? Porra, têm caso de preso matando por pacote de cigarro. Se o sentindo do sistema prisional é educar, recompor a pessoa pra que ela possa ser reintegrada a sociedade, como isso vai funcionar?
E a proteção da própria sociedade? Eu não estou negando de forma alguma, que o papel do estado é, em primeiro lugar, educar e cuidar para que o cidadão possa ter oportunidades de trabalho honesto e que seja educado de acordo com a moral e todo aquele blá blá blá, mas a necessidade de proteção do estado contra aqueles que já são um caso perdido é imediata!! (acho que não preciso argumentar que existem casos perdidos né? Ou alguém acha que um Hitler, responsável pela morte de 6 milhões pessoas tem solução???) Se o estado fosse limpo destes casos perdidos. Muito sofrimento seria poupado. Quem já teve um parente assassinado, seqüestrado ou algo do tipo que o diga. E quem não o teve quê se imagine nessa situação. Sem mencionar, é claro, o lado econômico da coisa, citando uma notícia deste ano:
Um preso em Sergipe custa muito caro. Mensalmente, o contribuinte paga R$ 1.581,80 para manter encarcerada uma única pessoa. Um único aluno na escola pública, no entanto, custa apenas R$ 173,56”
Então, pense na montanha de dinheiro que não é gasta pelo estado, exatamente com quem atacou o estado e os contribuintes. Dinheiro que poderia estar sendo investido em educação e na construção de uma sociedade onde a pena aqui discutida não precisasse existir.
Por isso tudo que a pena de morte, quando vista de forma fria é um dos meios mais legítimos de defesa da sociedade. Da sociedade é claro, não do cidadão.
Não existe nada mais legítimo que a pena de morte. Pra falar a verdade, é absurdo pensar que a pena de morte possa ser proibida. Nada, nenhuma força natural, nenhum ser superior, impede ninguém de matar outra pessoa. Então como podem as leis, impedir o estado, a força protetora da sociedade, de revidar, de fazer justiça?
Eu não vou discutir se: “aqui no Brasil isso não funcionaria por causa disso e daquilo”, que aqui só pé rapado ia morrer enquanto traficante e político corrupto ia continuar na boa. Essa é outra questão, o funcionamento ou não das leis e punições no Brasil. O problema da justiça aqui do Brasil, ta em carro de embaixada não ser multado, em político roubar milhões e não perder nem o cargo, em traficante fazer a lei na favela, matar e julgar pelo estado. No sistema como um todo, e não na aplicação de uma pena ou outra.
Primeiro existe a questão de penas educativas. Pense na seguinte situação, o sujeito já matou 12, vai ficar preso por 30 anos. O que é matar mais um? Porra, têm caso de preso matando por pacote de cigarro. Se o sentindo do sistema prisional é educar, recompor a pessoa pra que ela possa ser reintegrada a sociedade, como isso vai funcionar?
E a proteção da própria sociedade? Eu não estou negando de forma alguma, que o papel do estado é, em primeiro lugar, educar e cuidar para que o cidadão possa ter oportunidades de trabalho honesto e que seja educado de acordo com a moral e todo aquele blá blá blá, mas a necessidade de proteção do estado contra aqueles que já são um caso perdido é imediata!! (acho que não preciso argumentar que existem casos perdidos né? Ou alguém acha que um Hitler, responsável pela morte de 6 milhões pessoas tem solução???) Se o estado fosse limpo destes casos perdidos. Muito sofrimento seria poupado. Quem já teve um parente assassinado, seqüestrado ou algo do tipo que o diga. E quem não o teve quê se imagine nessa situação. Sem mencionar, é claro, o lado econômico da coisa, citando uma notícia deste ano:
Um preso em Sergipe custa muito caro. Mensalmente, o contribuinte paga R$ 1.581,80 para manter encarcerada uma única pessoa. Um único aluno na escola pública, no entanto, custa apenas R$ 173,56”
Então, pense na montanha de dinheiro que não é gasta pelo estado, exatamente com quem atacou o estado e os contribuintes. Dinheiro que poderia estar sendo investido em educação e na construção de uma sociedade onde a pena aqui discutida não precisasse existir.
Por isso tudo que a pena de morte, quando vista de forma fria é um dos meios mais legítimos de defesa da sociedade. Da sociedade é claro, não do cidadão.
Ae vesgo gostei da idéia do brogue vei! Só faltou linkar pra quem te inspirou :p Belo texto inicial, apesar de todos os problemas que já enchi o sako no msn e tantos outros que não deu tempo de reclamar hahah
ResponderExcluire arruma essas configurações de comentário do blogspot q tá mó chato de comentar...
interesante,mas vc está mto radical.
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