terça-feira, 21 de julho de 2009

Bom, eu inspirado em um amigo muito articulado, mas deveras mais extremista, resolvi fazer um blog pra mim também, confesso que não sei se isso vai ficar bom, o meu objetivo é por pra fora um bocado do que quero falar e além disso, num perder toda a “habilidade” (se é que ela existiu) que eu ganhei no terceiro ano fazendo pencas de redações, que está indo embora já no começo desses 5 anos de engenharia, em que minha minhas frases mais complexas tem 5 palavras. Não queria começar com algo muito polêmico e clichê. Mas não sei como fazer isso, de onde tirar idéias. Por isso vou começar justamente escrevendo sobre um assunto clichê e polêmico: a Pena de Morte...

Não existe nada mais legítimo que a pena de morte. Pra falar a verdade, é absurdo pensar que a pena de morte possa ser proibida. Nada, nenhuma força natural, nenhum ser superior, impede ninguém de matar outra pessoa. Então como podem as leis, impedir o estado, a força protetora da sociedade, de revidar, de fazer justiça?
Eu não vou discutir se: “aqui no Brasil isso não funcionaria por causa disso e daquilo”, que aqui só pé rapado ia morrer enquanto traficante e político corrupto ia continuar na boa. Essa é outra questão, o funcionamento ou não das leis e punições no Brasil. O problema da justiça aqui do Brasil, ta em carro de embaixada não ser multado, em político roubar milhões e não perder nem o cargo, em traficante fazer a lei na favela, matar e julgar pelo estado. No sistema como um todo, e não na aplicação de uma pena ou outra.
Primeiro existe a questão de penas educativas. Pense na seguinte situação, o sujeito já matou 12, vai ficar preso por 30 anos. O que é matar mais um? Porra, têm caso de preso matando por pacote de cigarro. Se o sentindo do sistema prisional é educar, recompor a pessoa pra que ela possa ser reintegrada a sociedade, como isso vai funcionar?
E a proteção da própria sociedade? Eu não estou negando de forma alguma, que o papel do estado é, em primeiro lugar, educar e cuidar para que o cidadão possa ter oportunidades de trabalho honesto e que seja educado de acordo com a moral e todo aquele blá blá blá, mas a necessidade de proteção do estado contra aqueles que já são um caso perdido é imediata!! (acho que não preciso argumentar que existem casos perdidos né? Ou alguém acha que um Hitler, responsável pela morte de 6 milhões pessoas tem solução???) Se o estado fosse limpo destes casos perdidos. Muito sofrimento seria poupado. Quem já teve um parente assassinado, seqüestrado ou algo do tipo que o diga. E quem não o teve quê se imagine nessa situação. Sem mencionar, é claro, o lado econômico da coisa, citando uma notícia deste ano:
Um preso em Sergipe custa muito caro. Mensalmente, o contribuinte paga R$ 1.581,80 para manter encarcerada uma única pessoa. Um único aluno na escola pública, no entanto, custa apenas R$ 173,56”
Então, pense na montanha de dinheiro que não é gasta pelo estado, exatamente com quem atacou o estado e os contribuintes. Dinheiro que poderia estar sendo investido em educação e na construção de uma sociedade onde a pena aqui discutida não precisasse existir.
Por isso tudo que a pena de morte, quando vista de forma fria é um dos meios mais legítimos de defesa da sociedade. Da sociedade é claro, não do cidadão.

2 comentários:

  1. Ae vesgo gostei da idéia do brogue vei! Só faltou linkar pra quem te inspirou :p Belo texto inicial, apesar de todos os problemas que já enchi o sako no msn e tantos outros que não deu tempo de reclamar hahah
    e arruma essas configurações de comentário do blogspot q tá mó chato de comentar...

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  2. interesante,mas vc está mto radical.

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